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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Antes que chegue o fim

Parte 2

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Depois de três dias no acampamento, voltei, finalmente, pra casa. A menina estava lá fora, parecia que estava congelada, do mesmo jeito de quando eu saí, sentada na grama, celular em mãos e chorando, eu pude ver isso. Joguei minhas coisas na grama de casa e fui até ela.
- Licença, tá tudo bem? Desculpa a pergunta, mas é que você está chorando, e eu já lhe vi chorando antes, três dias atrás. Aconteceu alguma coisa? Sei que não nos conhecemos, mas eu gostaria de poder ajudar de alguma forma. - disse à ela, num tom educado...vai que ela resolvia se abrir.
- Não, não aconteceu nada. Eu tô bem. Obrigada, eu acho. - ela respondeu, enxugando as lágrimas e forçando um sorriso.
- Meu nome é Laura, mas a maioria me chama de Lara. E o seu?
- Sou Jennifer, mas pode me chamar de Jenni
- Prazer - estendi minha mão e a cumprimentei educadamente
- O prazer é meu - ela estendeu a mão para retribuir
- Tá, chega dessa formalidade toda, fala aí, aconteceu alguma coisa? Você já sabe meu nome e meu endereço, já pode me matar se eu contar pra alguém, já pode contratar assassinos e sair livre dessa.
Ela riu, um riso um pouco menos forçado do que o de antes.
- Não aconteceu nada, sério. É que sou meio dramática mesmo.
- E por que o drama? Bom, eu sei que o bairro não é grande coisa e que a casa que vocês compraram tá meio velhinha, fora de moda e necessitada de uma bela repaginada, mas veja pelo lado bom...ela não desabou ainda.
Ela riu de novo, tava ficando um riso mais descontraído, sem ser forçado, e sim, natural.
- É, tem esse lado...mas que ela tá pra desabar, isso você não pode descordar também.
- É, não descordo não.
- Pois é.
- Então o que você acha de uma redecoração?
- Como assim?
- Seus pais vão consertar alguma coisa nela?
- Não são meus pais, são meus tios. Perdi meus pais num acidente de carro, já faz dois anos.
- Oh, nossa...foi mal, desculpa, eu não sabia.
- Tá tudo bem! E eu acho que sim, meus tios querem arrumar algumas coisas e pintar a casa toda.
- Tá aí, que tal você ajudar?
- Como assim?
- A gente pode pegar a parede aqui de fora pra pintar, ou a do seu quarto, eu te ajudo. É legal, eu fiz isso aqui em casa, pintei a do meu quarto e a daqui de fora.
- Uau!
- É, bora? Você vai gostar...prometo que você vai gostar.
- Tá bom! Quando eles arrumarem tudo, a gente começa nosso servicinho.
- Ok! Sua carinha tá melhor, gostei disso.
Ela riu de novo, sem ser nada forçado, totalmente natural.
- É, tô melhor mesmo.
- Olha, vou entrar em casa agora, tomar um banho, e comer alguma coisa. Se você quiser eu volto aqui depois, aí a gente conversa, sai por aí. Que tal?
- É uma boa ideia, mas tá ficando tarde, talvez amanhã. Pode ser?
- Claro, amanhã a gente se fala então.
- Ok! Tchau
- Tchau!
Ela entrou e eu fiquei sem entender, ainda eram quatro da tarde, mas ela deveria ter seus motivos pra não querer sair. Entrei em casa, tomei meu banho e comi um cachorro-quente delicioso que minha havia feito pra mim. Depois peguei a Belinha, minha cachorrinha, e fui dar um passeio com ela, mas tive uma surpresa assim que saí na rua...
- Continua
Por: Aline

domingo, 29 de janeiro de 2012

Antes que chegue o fim

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Hoje acordei triste, como sempre acontece nos dias 29, como sempre acontece nos domingos, como sempre acontece em dias frios, em dias chuvosos, em dias cinzas, em dias sombrios, em noites de luar, em noites estreladas, iluminadas apenas pelo brilho das estrelas. Mas hoje foi diferente, hoje fazia um ano que minha pequena tinha me abandonado, hoje fazia um ano que ela tinha ido embora e me deixado sozinha. Olhei em volta do meu quarto, avistei nossa foto num porta retrato, eu e ela, rindo, fazendo palhaçada...foi a última foto que tiramos juntas, a última vez que eu a vi, a última vez que ela sorriu pra mim. Mas deixe-me contar um pouco de nossa história, deixe-me lembrar dos nossos momentos, deixe-me lhe apresentar tudo.

29 de janeiro de 2009
Eu estava andando pela rua, como fazia todo domingo de manhã, via as mesmas pessoas caminhando, as mesmas mulheres fofocando na esquina, os mesmos homens jogando dominó na calçada da casa 42, os mesmos cachorros latindo, os mesmos gatos correndo, as mesmas crianças brincando, a mesma coisa de sempre, mas naquele dia foi diferente, a casa 32, ao lado da minha, não estava mais vazia, havia uma família se mudando pra lá, um casal e dois filhos. A menina aparentava ter 14, 15 anos, mais ou menos a minha idade, o menino dava a perceber que tinha em torno dos 16, era um tremendo gato, olhos castanhos, cabelo bagunçado num tom castanho escuro, corpo moreno, bronzeado. Ele saiu do carro com um skate em mãos e já foi dar uma volta pelo bairro, ela pegou o celular, fez menção de enviar alguma sms, mas desistiu e foi para dentro da casa. Eu continuei caminhando, mas ouvia alguém atrás de mim, gritando alguma coisa com a voz cansada. Olhei pra trás, era Kaio, um amigo meio maluco, eu tinha me esquecido de que iria com ele pra casa da Luce e de lá iríamos para o acampamento, mas ele, claro, sabia disso e viera mais cedo só pra me lembrar disso e me ajudar a arrumar tudo. Voltei pra casa, meus novos vizinhos já haviam entrado, mas a menina estava lá fora, sentada na grama, celular em mãos e um olhar triste, pude avistar algo que parecia uma lágrima, mas estava longe demais para ter essa certeza. 
- Quem é essa? - perguntou-me Kaio - Bonita, gostei (risos)
- Deve ser a nova vizinha, é a primeira vez que vejo ela e o resto da família por aqui.
- Aah bom! 
Entramos na minha casa, ele me ajudou com minha mochila e eu fui tomar um banho rápido e trocar de roupa. Em menos de meia hora estava tudo pronto pra passarmos três dias em um acampamento de verão.
- Tchau mãe, até quarta de manhã!
- Tchau dona Kelly!
- Tchau meninos, boa sorte viu!
Entramos no táxi e pegamos o caminho para o acampamento, mas de longe eu ainda observava aquela menina com o olhar tão triste, sozinha, sentada na grama, celular em mãos e as lágrimas rolando...ela estava chorando, de alguma forma eu sabia disso.
-Continua
Por: Aline

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

1 ano *-*

coisas lindas hoje é aniversario do blog *-*

1 ANINHO de existencia e carinho de vocês que aqui acompanham, deixam recadinhos e sempre comentam os posts!


Obrigada por tornarem esse blog possível para mim e pra Aline (provavelmente ela nao venha aqui hoje, porque ainda ta viajando).

Gente, queria muito que vocês me ajudassem dando idéas para o blog (:
o email pra vocês poderem estar enviando as idéias é o meu email pessoal (anakalbuquerque@hotail.com)

Desde ja agradeço a ajuda de vocês!

beijos pra vocês e se cuidem!

Por: Karolina Gomes

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

e como eu queria...



como eu queria você aqui do meu lado, correspondendo cada gesto, uma olhada, um sorriso, um beijo.
poder dizer que eu gosto de você e pelo menos agora o que eu mais quero é você, como eu queria te imaginar e quando abrir os olhos você estar realmente do meu lado e ver que não é imaginação sim realidade,
como eu queria te chamar de meu bebe e você ser só meu,
como eu queria te abraçar, te ligar, te gostar sem medo,
e como queria.

por: Karolina Gomes

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte final

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Fiquei deitada por um tempo, mas não consegui voltar a dormir. Li e reli aquela mensagem diversas vezes, eu tinha que impedi-lo, mas não poderia ser tão fácil assim...não era tão fácil. Depois de um tempo consegui tomar a decisão, peguei meu celular e pedi para que Pedro me encontrasse no aeroporto, mandei uma mensagem para Caco pedindo que ele não fosse embora pois eu ainda tinha uma coisa pra lhe dizer. Tomei banho e me arrumei em um tempo considerável, chamei um táxi e fui direto para o aeroporto, assim que cheguei, avistei Caco e Pedro discutindo, eles haviam se esbarrado e, claro, iniciado uma discussão.
- Oi meninos! -disse eu interrompendo aquela "briga"
- Oi amor! Por que me chamou aqui? -disse Pedro, me beijando só para provocar.
- Oi Laís... -disse Caco de um modo estranho.
- Bom meninos...eu pedi para encontrar os dois aqui porque eu precisava tomar uma decisão. Caco, você foi embora, saiu e não teve coragem de me dizer "tchau", mas eu ainda te amo, não me pergunte o porque, mas eu ainda te amo. Pedro, você me ajudou quando eu mais precisei, me deu emprego, me deu amor e eu te amo, mas como um amigo que eu preciso, um amigo que eu não quero perder.
- Tá terminando comigo né? Eu sabia Laís...só foi esse idiota voltar pra você correr feito uma cadela pra cima dele. Você é mesmo uma vadia...
- Cala a sua boca Pedro...você não tem o direito de falar assim com ela.
- Qual é a tua em Caco? Vai defender tua cadela agora?
- Cadela é a tua primeira namorada que...
- Cala a sua boca Caco...não toque nesse assunto.
- Meninos, parem com isso. Pedro, eu não tava terminando com você, mas agora eu estou. Tchau! Sai da minha frente antes que eu decida te falar tudo que eu quero.
- Adeus Laís...e tudo de ruim pra vocês dois!
Ele virou as costas e saiu, não olhou para trás nenhuma vez...ele não deveria olhar, eu não aceitaria e Caco também não.
- Estamos atrasados...nosso voo sai em dez minutos.
- Mas você não embarcava a uma hora atrás?
- Eu sabia que você viria...menti sobre o horário, sei que você sempre se atrasa.
- Mas e a passagem?
- Aqui...eu sempre soube que você voltaria comigo meu amor.
- Aff...te amo Caco!
- Eu te amo mais minha pequena!
Fomos para a Espanha, Caco trocou de emprego e eu consegui arrumar um bom serviço por lá. Alugamos um pequeno apartamento e, claro, compramos bastante roupa já que as minhas ficaram no antigo apartamento e devem ter sido queimadas por Pedro. E assim a gente foi vivendo, se amando...sendo feliz como deveríamos ser depois de tudo.

Fim!

Por: @line_liline

Ps: a Karol vai manter o blog durante aproximadamente um mês. Então até janeiro amores! Feliz Natal pra todas, Feliz Ano novo e fiquem atentas ao blog Decadência  pois o Artigos de Menina está participando de um concurso de blogs que tá rolando...votem na gente kk =)
Ps2: Beijoss bebês e não deixem de acompanhar o blog em!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte 12

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- Caco, para! Eu tô namorando e...
- E? E o que? E você vai me dizer que não me ama mais? Que não sente mais nada? Laís...eu acabei de dizer o quanto eu ainda te amo, acabei de te beijar, e você de me corresponder. Vai dizer que isso não significa nada?
- Significa que você é um idiota e tem que ir embora. Adeus Caco!
- Tá bom Laís...se é isso que você quer. Adeus!
Ele saiu apressado, jogou R$30,00 no caixa, disse que era dos dois lanches e saiu, sem olhar pra trás nenhuma vez sequer. Eu fiquei ali, sentada, tentando esquecer tudo aquilo que acabara de acontecer.
- Oi meu amor! Onde você tava? - perguntou-me Pedro, assim que eu cheguei em casa.
- Oi! Tava dando uma volta por aí...o dia está lindo! - respondi logo pra não levantar suspeita alguma.
- Ah tá! Tá mesmo!
- Não vai trabalhar hoje não?
- Vou! Só estava esperando você chegar...tava preocupado.
- Sério?
- Aham! Agora deixa eu ir amor...beijo!
- Beijo!
Ele saiu de casa e eu fiquei parada na porta, me lembrando do que acabara de acontecer ali dentro e na lanchonete do aeroporto. Caco havia bagunçado meus sentimentos, mais uma vez, e isso era a última coisa que eu queria que acontecesse no momento.
Entrei no quarto e caí na cama, acabei dormindo por longas duas horas e só acordei com o toque do meu celular avisando que eu recebera uma nova mensagem.
" Adeus! Você pediu que eu partisse e é isso que estou fazendo nesse exato momento. Comprei minha passagem para as 17:00 e estou voltando para o aeroporto em quarenta minutos. Passarei o resto da tarde lá...mas é melhor do que ficar rodando essa cidade que só me lembra de você...de nós. Caso queria que eu fique sabe onde me encontrar. E caso se arrependa um pouco tarde...estarei na Espanha! Beijoss...te amo ♥"
Era Caco me mandando mais uma das suas mensagens gigantes...mas que sempre me deixavam super confusa. Eu ainda o amava...mas não poderia abandonar Pedro, não depois de tudo que ele havia feito por mim. Novamente eu tinha que me decidir em pouco tempo...e dessa vez eu não poderia tomar a decisão errada.
-Continua

Por: @line_liline

Ps: me digam o que acharam da história! Acho que a próxima parte já é a última e eu gostaria de saber a opinião de vocês!
Ps2: essa semana batemos um total de 100 seguidores e mês que vem faremos 1 ano de bog! Obrigada por tudo meninas =)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Será que um dia passa?

Fico aqui me sentindo tão só, pensando em você e a dor parece não ter fim. Por mais que pessoas dizem pra mim seguir em frente eu não consigo, a minha idéia ta fixa em você e não sei como te esquecer, talvez eu nao quero te esquecer ou não consiga, eu só preciso de você. As vezes perco o sono e penso numa maneira de fugir disso tudo e quando eu fracasso nessa terrivel tentativa a dor aumenta e sempre cai algumas lagrimas e meus suspiros chamam por você, os dias passam e eu acredito que isso vai passar, as vezes eu consigo pensar que passou mais ai a dor volta mais forte ainda, as pessoas ao meu redor me machucam só de falar o seu nome. Eu tento me conformar, em outro alguem eu até te procuro, mais você é unico, não sei mais o que fazer. Eu só sei que ta doendo muito e parece nunca ter fim.

Por: Karolina Gomes

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte 11

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De longe eu podia ouvir a voz de Pedro gritando no celular. Imediatamente tomei meu telefone de suas mãos e fui falar com Caco.
- O que foi em Caco? O que você quer?
- Que matéria era aquela em?
- Isso não te interessa...você me abandonou.
- Eu não te abandonei...apenas foi necessário ir embora.
- Engraçado...você foi embora quando eu mais precisava de você, quando eu mais precisava do teu amor.
- Eu fui embora quando eu mais precisava desse maldito emprego.
- Sem me avisar que sequer tava pensando em aceitar.
- Você não quis casar comigo.
- E é preciso estar casada pra viajar com você?
- Você não viria.
- Você não é vidente.
- Quer saber...tchau Laís...adeus!
- Já vai tarde...adeus!
Desliguei o celular e entrei dentro do quarto...sussurrando bem baixinho o quanto eu ainda amava aquele menino.
- Abre a porta Laís...que que foi em? - já era Pedro querendo saber da conversa.
- Me deixa! Vai embora...quero ficar sozinha.
- Você tá bem?
- Melhor...impossível.
- Então eu vou dormir na sala e amanhã a gente se fala.
- Ok.
Ótimo...ele dormindo na sala era tudo que eu queria. No outro dia meu celular tocou bem cedo...era quatro da manhã e já tinha alguém me mandando mensagem.
"Sei que seu namorado ainda não acordou, e sei que você irá acordar com o toque do celular quando recebe mensagem. Sabe...eu não consegui dormir durante a noite, pensei muito em você e em como tudo acabou entre nós. Chego aí as sete da manhã...espero te ver no aeroporto para, pelo menos, conversar comigo. Com todo meu amor...Caco!"
É...ele havia me mandado uma mensagem as quatro da manhã, e se eu quisesse vê-lo teria que começar a me arrumar naquele mesmo momento. Dessa vez não pude fazer muitas escolhas...aliás, nem tinha alguém pra me ajudar a escolher uma roupa. Peguei a primeira calça que vi, a primeira blusa e coloquei meu allstar preto. Pronto...só faltava a maquiagem, e o café eu tomaria no aeroporto mesmo.
Terminei de me arrumar e corri para pegar um táxi...passou um rapidinho, pra minha sorte.
- Sabe...eu temia que você não viesse. - disse Caco assim que me viu.
- Eu pensei em não vir. - menti na hora.
- Você ainda não sabe mentir...
- Ah, cala a boca!
- (haha) E ainda continua estressadinha.
- Vamos logo ao assunto.
- Laís...eu tô com fome, vamos para a lanchonete?
- Bora...não tomei café hoje.
Fomos para a lanchonete, sentamos e pedimos o que queríamos comer. Os pedidos chegaram rapidinho, e ainda estávamos em silêncio absoluto.
- Sabe Laís...eu pensei a noite toda no que aconteceu...
- Sua cara não está nada boa!
- É o que você me faz...
- Não venha me culpar...quando na verdade a culpa é sua.
- Continuando...eu ainda te amo.
- Não acha que está tarde demais para vir me dizer isso? Não acha que agora eu não preciso mais saber disso?
- Eu sei que é tarde...mas eu precisava te dizer. Você não sabe como foi difícil pra mim ir embora daquele jeito...mas eu fiz aquilo porque não conseguiria sair e te ver ficar, olhar pra trás e te ver ali. Você é meu ponto fraco...se eu olhasse pra você, eu não conseguiria mais ir embora.
Eu realmente não sabia o que dizer, mas Caco sabia disso e imediatamente me puxou para um longo beijo...o beijo que tanto me fez falta durante esse tempo todo.

-Continua
Por: @line_liline

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Você me ganhou

o fato é, eu te achei e te escolhi, mais não sei se você por um acaso me considera, 
essa dor ja ta passando e a tristeza talvez me corroendo,
não sei se aguentarei por muito tempo e logo
irei te falar, que pra minha vida melhorar
eu simplesmente preciso que você
queira me ter!

Ele,


chegou sem avisar e ainda ganhou meu coração!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Como dói ...


Como dói,
eu só queria voce aqui do meu lado pra me dar aquele abraço que só você sabe dar, eu queria largar essa covardia e dizer o quanto eu te amo, mais não consigo, talvez seja medo de ser rejeitada. Toda vez que fecho os olhos é você que ta na minha cabeça e sempre me pego pensando em você!
Como dói,
Dói tanto te olhar e sabe que você não é meu, 
dói tanto te amar e ter a certeza de que por você não sou amada
dói não conseguir te esquecer
dói a minha covardia de não falar com você sobre os meus sentimentos
simplesmente dói, e eu não quero isso pra mim, eu não quero esse sentimento que me machuca tanto.
Mais não consigo te esquecer!

Postado por: karolina gomes


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte 10

Resultados da Pesquisa de imagens do Google para

Queria correr, ir atrás dele, mas não iria adiantar...ele já estaria longe demais. Me sentei na cama de meu quarto, o cheiro dele perfumava todo o lugar, provavelmente ele se arrumou todo pra sair, afinal, iria viajar. Comecei a chorar de novo, ele não poderia ter feito aquilo, não poderia ter me abandonado no momento em que eu mais precisava de apoio...mas ele tinha que seguir em frente com a vida dele, e eu seria um atraso no momento. Só então notei um outro pedaço de papel em cima da cama, estava amassado, rasgado, mas ainda dava para ler o que estava escrito.
" Terceira gaveta do guarda-roupa, pegue a agenda que tem lá e ligue para o Pedro, ele é de uma agência e vai querer te contratar...tenho certeza!" 
Era isso que estava escrito, mas por que ele havia rasgado e amassado o pedaço de papel? Eu não sabia, mas abri a gaveta e encontrei o número, resolvi ligar no dia seguinte, já era tarde e eu precisava tomar um banho para dormir, ou ao menos, tentar descansar. Meu celular despertou cedo no dia seguinte, mas eu estava acordada a muito tempo, ou melhor, nem havia dormido. Mas eu precisava seguir em frente, a começar pelo emprego, eu tinha que ligar para o tal de Pedro e ver se ele tinha algo para mim. Peguei a agenda, abri na página e disquei o número, uma voz masculina atendeu.
- Alô? É o Pedro que está falando?
- É sim! Quem fala?
- Oh! Aqui é a Laís...uma amigo meu me sugeriu que eu ligasse para...
- Emprego?
- Sim!
- Você pode vir até aqui agora?
- Claro! Me passe o endereço e em duas horas estarei aí. Só vou comer algo e me vestir, mas tem o trânsito que não é nada amigável.
- (risos) Já vi que vou gostar de você. Tive uma ideia...posso ir te buscar? Tomamos café em alguma lanchonete por aí.
- Oh! Não precisa!
- Ah vamos...também não comi nada hoje, na verdade não como desde ontem de tarde.
- Então tá...estou te esperando.
- Me manda uma sms com seu endereço, pode ser?
- Pode sim!
Mandei a sms e fui me arrumar, coloquei uma blusa preta e um casaquinho por cima, uma calça jeans escura e um allstar preto. Fiz a maquiagem mais natural possível e em poucos minutos ouço a campainha tocar...era ele.
- Oi! Sou o Pedro!
- Oh...oi! Sou a Laís.
- Vamos?
- Oh, sim! Só vou pegar minha bolsa...um segundo.
- Ok!
Peguei a bolsa dentro do quarto, me olhei no espelho uma última vez e saí...torcendo para que desse tudo certo. Pegamos o elevador e fomos até o térreo em silêncio, até que ele aponta para um carro preto e diz:
- É o meu carro...venha.
Ele abriu a porta do passageiro e se dirigiu a do motorista, fomos até a lanchonete em silêncio.
- Chegamos.
- Obrigada.
- Sente-se. O que vai querer?
- Oh...um misto quente e um suco natural de laranja.
- Boa escolha. Garçonete! Queremos dois mistos e dois sucos naturais de laranja. - então ele se virou para mim e continuou.- Você é muito bonita Laís...vou ter que agradecer seu amigo.
- Do que está falando?
- Sou de uma agência de modelos...vai dizer que não sabia?
- Ai meu pai...não acredito que o Caco...
- O Caco? Foi ele que indicou a agência?
- É...foi! Mais ou menos.
- Nossa...como ele está? Faz um bom tempo que não nos falamos.
- Eu também não sei...recebi uma mensagem, ele soube que eu estava procurando emprego.
- Ah! Vai querer conhecer a proposta ou despacha de cara?
- Preciso de um emprego.
- Muito bem! Vamos comer e depois levarei você até a agência e lhe mostrarei como tudo funciona.
- Ok!
Comemos e conversamos bastante, depois ele me levou a agência e resolvi fechar o contrato...seria uma experiência e tanto.
3 meses se passaram...eu era uma das modelos preferidas dentro da agência e estava prestes a fazer um ensaio para uma grande loja internacional.
- Espanha Laís...é pra lá que o seu rostinho vai com essas fotos. - gritava Pedro em meu ouvido, mais entusiasmado do que nunca.- Espanha meu amor, é pra lá que seu rostinho vai.
Sim, estávamos namorando, já fazia dois meses.
Tirei as fotos e em cinco dias a revista circulava pelas maiores bancas da Espanha, mas havia uma coisa que eu tinha esquecido...era lá que Caco estava, havia uma matéria na revista falando do meu namoro com Pedro e Caco adorava comprar essas revistas.
Cinco horas se passaram desde a publicação...meu telefone toca, Pedro atende e de longe eu escuto a discussão...tarde demais, Caco havia visto a matéria e estava discutindo com o "amigo" dele...por mim.

Por: @line_liline

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte 9

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- Casar?
- É...eu tava pensando e vi que eu te amo muito e quero me casar com você.
- Mas eu não terminei a faculdade, estou procurando emprego e...
- Não fala nada. Não precisa responder agora...
- Caco!
- Vou trabalhar.
Sim!, ele estava com raiva...dava pra perceber na forma como ele me olhou, mas eu ainda era muito nova e não pretendia me casar tão cedo.
Voltei pra casa depois de algum tempo e me deparei com um pequeno pedaço de papel em cima da mesinha, e nele estavam escritas as mais difíceis palavras que eu já li um dia...a folha estava molhada, e ao começar a ler, eu a molhei mais um pouco.
- Querida Laís... saiba que eu te amo muito e que a última coisa que quero é lhe fazer sofrer. Você é minha vida hoje...pois é a única pessoa que ainda me prende nesse mundo cruel. Laís...
A campainha tocou, interrompendo meu choro e a leitura daquelas palavras tão doces...mas capazes de me magoar profundamente.
- Laís, querida!
- Tia?
- Fiquei sabendo que meu irmão morreu e tive que vir lhe visitar. Ai querida, como você está?
- Sobrevivendo
- Com licença querida...
- Espera
Tarde demais! Ela já estava dentro de casa, sentada no sofá e pedindo um copo de água com açúcar para acalmar-se um pouco.
- Querida...eu estava pensando. Agora que seu pai morreu, e você tem uma casa, poderia vender o apartamento que ele lhe deixou...
- Tia...não leram o testamento ainda. E eu briguei com meu pai, já faz um bom tempo.
- Mas ele, com certeza, deixou aquele lindo apartamento pra você.
- E eu não vou vender...por favor, saia daqui agora.
- Só queria ajudar.
- Nunca precisei da sua ajuda...não é agora que vou precisar. Tchau...e não volte mais.
Enfim sozinha, novamente. Peguei o pequeno pedaço de papel e voltei a ler.
- Princesa...eu sei que essa não é a melhor hora para te abandonar, mas não é isso que estou fazendo...embora pareça que sim. Ontem me ligaram e me ofereceram um curso na Espanha, eu não sabia que seu pai tinha morrido ainda e aceitei...mas teriam que me dar uma passagem extra e uma bolsa para faculdade também. Seu sonho sempre foi cursar na Espanha, lembra? Eu me lembrei disso na hora. Ah, também me ofereceram um emprego, ficaram sabendo que eu havia começado  faculdade de informática e tinha parado faltando três meses para terminar. No caso eu iria terminar esses três meses e teria o emprego, por enquanto eu estaria estagiando, assim como você, só que em outra área do prédio. Mas hoje eu te pedi em casamento...mas você não aceitou, então não aceitaria sair do país comigo. Laís, eu te amo minha pequena. Fica bem, por você mesma. Um dia, sei que irá acordar do lado do seu príncipe...e hoje eu percebi que eu não passo de um atraso na sua vida. Adeus linda...
- Não acredito que você fez isso, Caco. - sussurrei para mim mesma, ao terminar de ler aquela folha. Sim!, ele escreveu aquelas palavras chorando, e agora eu estava molhando-as um pouco mais com minhas lágrimas, não acreditando que ele havia feito aquilo.

- Continua

Por: @line_liline

Ps: a Camilla saiu da equipe do blog, então estamos, novamente, precisando de alguém para fazer parte do Artigos. Caso alguém se interesse mande-nos um e-mail para  artigo.de.menina@gmail.com com os seguintes dados:
Nome:
Idade:
Site, blog, twitter:
Assunto que queira abordar no blog:
E escreva, também, uma postagem sobre  assunto. (lembrando que a postagem tem que ter imagem)

Ps2: eu ando sem tempo e por isso a demora...ainda mais agora que estou sozinha novamente.
Ps3: Comentem e digam se estão gostando da história...isso é muito importante para que eu continue.
Ps4: Feliz Halloween kk quero fazer um post bem bacana hoje tá? haha

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte 8

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- A senhora está bem? - perguntou-me o taxista
- Está tudo bem, obrigada!
Silêncio durantes o resto do caminho, o ódio dominava meu corpo, e a fúria resplandecia em meus olhos...pude sentir que o taxista havia percebido isso ao olhar para mim no primeiro grito que deixei escapar dentro do táxi, senti também o medo estampado em sua cara, medo de que eu tentasse me matar e o matasse junto, talvez fosse isso.
- Chegamos! - disse ele, quebrando o silêncio
- É aqui mesmo, obrigada! Aqui está o dinheiro, fique com o que sobrar.
- Obrigada!
Não o respondi, estava com pressa para entrar em casa e tentar esquecer daquele homem, mas parecia impossível.
- Finalmente meu amor! Estava preocupado. Fiquei sabendo... - disse Caco, assim que entrei em casa
- Ficou sabendo! Que o meu pai morreu e eu não pude me desculpar com ele? Que mataram-no e eu não estava lá para ajudar? Ficou sabendo? Você sequer teve a ousadia de me ligar e ver se estava tudo bem! Me esperou chegar em casa por quase cinco horas, mas não foi ao hospital me procurar. Não, obrigada, mas não preciso do seu choro de pena. Vou tomar banho!
- Espera...
- Esperar o quê? Pra quê? Esperar para ouvir você dar mil explicações para não ter me ligado, me procurado? Olha...não tô a fim de ouvir tá!?
Tomei meu banho, vesti uma roupa confortável e saí...pra bem longe daquele apartamento, pra bem longe de tudo aquilo. Fiquei sozinha por algum tempo...tempo necessário e suficiente para querer alguém para me abraçar.
- Já faz duas horas desde que você chegou aqui!
- Caco?
- Eu sei que você gosta de ficar sozinha por um tempo, mas agora está precisando de alguém...eu estou aqui!
- Desculpa?
- Sempre Laís!
- Eu amo você!
- Eu te amo muito mais!
- Vem...tô precisando do teu abraço, do teu carinho, do teu conforto.
Ele se aproximou, me deu um beijo na testa, deitou e me colocou sobre seu peito, num abraço reconfortador.
- Laís...
- Quê?
- Eu te amo minha pequena, você é a pessoa mais importante na minha vida. Você sabe que minha mãe me abandonou quando eu tinha cinco anos e meu pai eu sequer conheci né?
- Sim! Você disse que foi criado pela sua avó e que a ama muito.
- Isso! Ela morreu mês passado...
- Eu não sabia! Nossa...como você está se sentindo?
- Esquece isso...só quero que saiba que eu não vou te abandonar, não vou abandonar a minha vida, o único motivo pelo qual eu ainda estou aqui, pelo qual eu nunca desisti.
- Eu te amo, Caco!
- Eu te amo, minha pequena.
Nos abraçamos e ficamos assim durante uns dez minutos...Caco era a única pessoa que eu realmente amava, e era também o motivo pelo qual eu não iria desistir. Eu havia acabado de perceber isso, já que meu pai acabara de morrer.
- Laís... eu sei que não é o melhor momento, mas eu quero te pedir uma coisa.
- Pode pedir, Caco.
- Laís...
- Hã?
- Deixa eu falar!
- Tá (risos)
- Laís...você quer se casar comigo e ser minha para todo o sempre?

- Continua

Por: @line_liline

domingo, 9 de outubro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte 7

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- O quê? Quem está aí? - reagi assustada
- O que você está fazendo aí? - repetiu a voz
- Eu sou filha do dono da casa! Vim passear nas redondezas e decidi ver como aqui estava.
- Eu sou o dono dessa casa...e não tenho filha alguma.
- Como assim o dono? Saia já da escuridão e venha me explicar essa história imediatamente!
- Seu pai me vendeu a casa e todo o resto da fazenda já faz alguns meses.
- Mostre-se!
O homem saiu, enfim, da escuridão. Ele tinha aparência velha, um rosto cansado, e era extremamente magro. Então ele voltou a falar:
- Seu pai me vendeu a casa antes das féria de julho, na verdade ele me deu a casa como pagamento de uma dívida. Agora ele me deve pouco mais de quinze mil reais...ou melhor, ele me devia. Fiquei sabendo da morte...lamento muito. Agora você poderia me fazer o favor de sair? O pessoal da reforma deve estar chegando para derrubar isso aqui.
- Que dívida é essa? Eu quero saber!
- Seu pai nunca foi santo, ele mexia com coisas ilegais e três meses atrás comprou uma máquina caça níquel com uns traficantes da pesada, mas ele não conseguiu pagar pois sua filha estava gastando muito com roupas e sapatos. Então ele decidiu me pedir um dinheiro emprestado e disse que me pagaria em três meses...essa fazenda é como a entrada do empréstimo. Ele não conseguiu dinheiro para me pagar e o prazo era até ontem...
- Você matou o meu pai?
- Ele teve um AVC!
- Você causou isso!
- Não tenho nada a ver com isso! Saia já da minha casa...estou mandando!
- Você vai pagar por isso!
Saí da casa e entrei no táxi. Fui diretamente pra casa, prometendo pra mim mesma que se aquele homem tivesse matado meu pai a justiça seria feita.

-Continua

Por: @line_liline

sábado, 1 de outubro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte 6

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- Senhora, está na hora de ir. Lamento!
- Tudo bem!
Eu olhei para trás e sussurrei, apenas para meu pai ouvir e mais ninguém:
- Eu amo você! Eu perdoo você! Me perdoa também? Aonde quer que esteja saiba que eu te amo e que vou sentir muito a sua falta...apesar de tudo.
Saí do hospital, olhei para trás diversas e diversas vezes, me arrependendo profundamente de ter abandonado-o nesses últimos meses...como eu queria que o tempo voltasse e eu pudesse mudar isso tudo. Peguei um táxi, mas não fui diretamente pra casa, precisava passar em um lugar primeiro.
- A senhorita tem certeza de que quer ficar aqui? - perguntou-me o taxista
- Tenho! Siga alguns metros para a frente e me espere, é rápido. - respondi
Ele fez assim como pedi...seguiu em frente e parou uns dez metros longe dali. Respirei fundo, contei até dez e dei poucos passos até chegar à porta da velha casa abandonada. Pude perceber que o taxista estava me observando com o celular na mão, como se fosse ligar para alguém caso algo acontecesse quando eu entrasse na casa. Sem me importar com ele eu entrei na casa, a porta estava empenada e fez um tremendo trabalha para abrir, mas eu consegui depois de muito esforço.
Caminhei em direção à uma outra porta, ela também estava empenada e deu um tremendo trabalho para abrir, mas depois de muito esforço eu consegui novamente. Estava quase entrando num outro cômodo quando ouvi uma porta ser aberta e ouvi uma voz.
- O que você está fazendo aí? - perguntou-me aquela voz.

- Continua

Por: @line_liline

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Um dia você vai perguntar onde esta aquela garota que gostava tanto de chorar. Talvez ela não gostasse era de chorar e sim de você. Quando você estiver sozinho sem ninguém para conversar e seu telefone não tocar, ai você vai lembrar de quantas vezes eu te liguei e você não quis atender. No momento em que a solidão tomar conta e invadir o seu coração e de alguém você precisar para preenchê-lo de amor e carinho, será de mim que lembrará, pois á todo momento corri feito uma louca para te fazer o homem mais feliz e te provar o quanto eu te amava, mas você não me deu oportunidade para expressar todo meu sentimento por ti. No meio da noite quando perder o sono, e rolar pela cama verá que estás sozinho, e que além daquela escuridão não há mais ninguém, e nesse momento você pensara em mim, pois se estivéssemos juntos iria me acordar e com todo prazer te faria dormir novamente, fazendo-lhe carinhos e dizendo ao pé de seu ouvido o quanto eu te amava. Naquele final de semana que seus amigos não estiverem com você, e sozinho novamente estiver, sem ter o que fazer, sentira a minha falta, pois por mais que não me amasse o quanto eu te amei, eu servi para estar com você nos momentos em que estava sozinho. Quando todos á sua volta não sorrir para você, do meu sorriso inocente de uma garota que sofria você lembrará. E quando a velhice chegar, a sua pele enrugada ficar, e nenhuma outra te querer, essa vai ser a pior hora para você, pois refletira e verá o quanto eu te amava, o quanto eu fazia de tudo para estar ao seu lado. Noites e noites que passei acordada chorando por nem se quer uma mensagem você me mandar. Decepções que tive com você me fizeram hoje ser forte e pensar mais em mim, pois quando entreguei a minha vida para ti, dela você fez o que bem quis, e esqueceu que carrego um coração, e que tenho sentimentos... Afinal quando o arrependimento chegar você vai ter que entender a triste realidade, eu te amei, agora já não amo mais! E em outras palavras VOCÊ ME PERDEU.



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte 5

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- Não pode ser. Como assim? Morto?
- Sim! Tentamos reanimá-lo mas já era tarde demais.
Um silêncio mortal invadiu a linha, mas foi interrompido por um choro incessante de Laís. Ela não foi pro hospital, não tinha forças para isso. Esperou Caco chegar...durante duas horas.
- Meu amor! - disse Caco assim que entrou em casa.
- Eu tava preocupada, desesperada. Você sai com um objetivo, um único propósito, como se precisasse de sangue para sobreviver. Você não se tocou de que aquilo era caso encerrado, de que não era pra fazer nada? - começou Laís, chorando, gritando.
- Laís...Laís. Calma! Respira...
- Respira? Caco... você some, sem dar sinal, pronto pra uma batalha sangrenta e demora três séculos pra chegar e ainda me pede calma?
- Foram três horas! Eu não estava preparado pra batalha sangrenta nenhuma. Agora para de gritar e me diz o que tá acontecendo.
- Você se importa? Se importa comigo? Com o que eu sinto?
- Para de drama Laís! A gente passa o dia todo sem se ver e hoje você vem encrencar porque eu fui te defender daquele idiota?
- Não...
- Então pronto Laís! Se quiser me falar o que houve, fala. Se não eu vou tomar banho.
- Vai tomar banho então, tô saindo.
- Tchau.
Laís tentou arrumar forças, esperar Caco chegar não adiantou de nada. Pegou um táxi e foi para o hospital, chorando ainda mais por estar começando a entender o que estava acontecendo.
- Pronto senhorita! A senhora está bem? - perguntou o taxista
- Aqui o dinheiro, fica com o troco. Está tudo bem, obrigada.
Ela entrou no hospital. Era provável que não conseguisse mais ver o corpo, mas ela estava disposta a tentar.
- Quero falar com o Dr. Daniel! - disse Laís na recepção
- O que a senhora deseja? - perguntou a recepcionista sem saber de nada
- Meu pai morreu aqui...quero ver o corpo.
- Oh! Só um minuto. Lamento pela perda
- Eu também
A mulher ligou para o médico e em pouco tempo ele se encontrava dentro de uma sala com Laís.
- Quero ver meu pai. Me despedir dele.
- Vou autorizá-la, mas você só tem cinco minutos.
- Tudo bem.
Laís entrou na pequena sala, seu pai ainda não havia sido encaminhado e se encontrava em cima de uma maca no quarto.
- Pai! Sei que não está me ouvindo e que é um pouco tarde, mas eu preciso lhe falar tudo que não tive coragem durante todo esse tempo. Dizem que a gente só dá valor quando perde, faz sentido, é verdade. Só hoje pude perceber o quanto eu te amo...o quanto sempre te amei. Me perdoe por tudo...porque eu sempre perdoei você, mesmo dizendo que não. Eu sempre te amei, e lamento muito que tenha lhe dito isso um pouco tarde demais.
- Seu tempo acabou!
- Só um minuto!
- Um minuto.
- Pai...meu pai! Eu te amo! Sim, eu chorei quando soube disso e lamento que tenha te abandonado, não ter ouvido sua voz uma última vez. Me perdoa, onde o senhor estiver, me perdoa por favor. Eu amo você pai.
Uma lágrima caiu sobre o pano, ela sabia que nunca ouviria a resposta e nem sequer a voz de seu pai novamente, e isso a fez chorar ainda mais. Era tarde demais pra amá-lo, pra perdoá-lo...pra dizer que tudo ia voltar a ser como era antes.

- Continua

Por: @line_liline

Ps: COMENTEM! Falem se tá ficando bom hihi

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Até que a vida nos separe

Parte 4

Sinta ;D
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 - Então... já está melhor? - ele me perguntou quando o abraço foi interrompido
- Talvez... - respondi enquanto parava de chorar
- Já consegue me contar o que aconteceu?
- Uma hora terei de contar não é?
- Sim
- Que seja agora...
Silêncio
- Então comece - disse ele quebrando o silêncio mortal que invadia o local
- Ok! Quando eu cheguei na empresa...
- Foi assalto?
- Deixa eu terminar de falar!
- Tá bom!
- Eu entrei na empresa e a secretária do térreo me falou onde eu ia trabalhar, subi até o quinto andar e fui arrumando minha mesa enquanto ele não chegava. Uns dez minutos depois ele chegou e olhou para mim...
- Você está bem? Começou a chorar do nada e...
- Caco...
- Safado, idiota, eu vou matá-lo...
- Como assim?
- Eu já imaginava que corria o risco disso acontecer, mas eu pensei que aquele sem vergonha tivesse mudado, tivesse crescido, mas não, ele ainda é um babaca.
- Caco... volta aqui
Ele saiu correndo rumo à empresa, nada consegui fazer, estava sem forças pra correr, apenas chorei e peguei um táxi para casa...sorte que ele havia deixado sua mochila na ponte e a chave estava lá dentro.
Entrei em casa, peguei o telefone e liguei pro Caco... nada, ele não atendia. Preparei um suco de maracujá e tomei um banho frio numa tentativa frustrada de me acalmar, não funcionou. Esperei uma hora em casa, desesperada, ligando pra ele sem parar e nada, nenhuma notícia, nenhum sinal.
Triiim! Ouço o som do telefone, corro pra atender e...
- Senhorita Laís? -disse uma voz nada familiar ou agradável ao telefone
- Sim. Quem está falando?
- Sou o Dr. Daniel do Hospital Albert Einstein
- Hospital? Como assim? O que aconteceu?
- O seu pai... teve um AVC e acaba de falecer, o seu número era o primeiro do celular dele e infelizmente o encontramos sozinho, caído em na porta de uma empresa
- Não... não pode ser
- Infelizmente é verdade! Ele morreu...

Continua

Ps: Ando um pouco esquecida atualmente e esqueci da continuação da história haha! Achei que era pra postar hoje e era pra ter postado quinta. Desculpem-me haha
Ps2: o que estão achando da história???? Gente eu preciso saber...deixem um comentário se não eu paro ela na próxima parte mesmo já que ninguém tá gostando.
Ps3: me mandem também dicas sobre o que postar, estou sem ideia
Ps4: COMENTEM, ninguém vai morrer se comentar não hihi!

Por: @line_liline